segunda-feira, 25 de maio de 2015

Babywearing num minuto

Transporte de várias formas, mas sempre junto a nós!
Assim são os colinhos "Mamã Natureza":

  • Pouch sling ou sling bolsa:
 Ideal para passeios instantâneos pois é fácil de usar, mas requer estar adaptado ao tamanho de cada mamã ou papá, Para isso existe o tamanho S, M e L.



  • Wrap sling ou pano porta bebés:
É uma peça longa de tecido, pode ou não ser elástico, é extremamente versátil e pode ser usado em varias posições: frente costa e anca. Permite amamentar no pano por exemplo! Da para usar desde que o bebé nasce até ele querer colo!



  • Ring sling ou sling de argolas:
É um pano, um pouco menor, que se segura através de argolas, muito prático e confortável. Permite várias posições também em todas as idades.


  • Mei tais:
 É um dispositivo de estilo asiático, que consiste numa porção de tecido com fitas ou fivelas. Pode ainda ter as alças largas que aumentam o suporte do painel. Testados todos com os pesos cá de casa.... Muito fácil de usar nas costas. A Mamã Natureza faz três tipos:

Mei tai tradicional: ata com fitas finas.
Papatai: Mei tai de fivelas Mamã Natureza.

Mamatai: Mei tai Mamã Natureza de alças largas, 
pode ter ou não fivela na cintura.

  • Onbuhimo:
Um sistema tipo mochila capaz de ser usado na frente: 
Ou nas costas com muita facilidade.... 
Pelo formato que tem e pela sua simplicidade é muito fácil de usar e torna-se muito confortável compensando a falta do cinto com a posição alta da criança equilibrando bem o centro de gravidade na marcha....


Qual o melhor? Pois não há, cada um tem a sua utilidade única de apoio ao colo e é quem usa que se pode adaptar mais rapidamente ou não. O Uso de materiais sustentáveis e de fibras naturais deve fazer parte da escolha.

Esta é uma breve revisão do que se passa cá por casa... Bons abraços!


sábado, 28 de setembro de 2013

Enfrascar o Verão - conservas de alimentos

Pois é agora que a Natureza se renova, descansa, desacelera, para acordar em grande na primavera. Então como guardar um pouquinho de sol?

Trouxe Figos, deram-me pêras, maças (das que cheiram a maças!!!) tomate... Eis o resultado:









Estes frascos são grandes, não precisam ser novos, com os frascos de outras conservas (ex: cogumelos, grão) também dá. Lavam-se muito bem, e fervem-se 5 minutos emersos de água, deixa-se escorrer sobre um pano limpo.
Entretanto faz-se uma calda:
- 800 ml de água
- 400 mg de açúcar (pode ser amarelo, mas altera ligeiramente o sabor)
- uma boa casca de limão

Coloca-se na panela e ferve 5 minutos. Reserva-se.

Lava-se a fruta e coloca-se por camadas dentro do frasco dispondo de forma a preenche-lo bem. De seguida enche-se o frasco com a calda com muito cuidado para não deixar bolhas de ar.
Com ajuda de uma faca limpa, pode-se ajudar a sair as bolhinhas de ar do frasco. Fica com aquela calda mesmo até ao bordo do frasco.



Fecham-se muito bem e voltam à panela. cobre-se de água (até 1cm acima da tampa) e deixa-se fervar por 15 minutos pelo menos. Desliga-se o lume e deixa-se os frascos lá dentro até arrefecer.



O Tomate é diferente, faço habitualmente ao natural sem aditivos, mas fica para outro post. Tem a vantagem de não ocupar lugar no congelador e poupar assim energia...Desta forma fazer "ploc!"
quando se abrem... se ganharem ar não se deve consumir, isso vê-se quando calcamos na tampa com o dedo, e ela permite carregar e ligeiramente abaulada.

A receita retirei aqui e adaptei.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

E tantas coisas para "postar"...

Entre ser mãe, família, trabalho, Mestrado, agricultura, hobys e tentativas de salvar o mundo, não resta muito tempo para escrever.
Tem sido uma fantástica viagem este ano de 2012, e parece que o tempo acelera de forma e que os minutos começam a ser mais curtos assim como os dias e assim como os anos.
Certo é que a ciência garante que o tempo mantêm-se em igual medida embora eu duvide.
Saudades do tempo em que me encostava à parede da lareira e fazer um risquinho com lápis e imaginado o tempo que levaria a chegar lá acima e ter que me baixar para entrar no borralho. Até ao dia que bati com a cabeça com tanta força, que até ficou um tufo de cabelo agarrado ao cimento da viga da lareira...
É assim que me sinto hoje a bater com a cabeça com força a dizer-me: Tem calma que já cresceste...abaixa-te para passar.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Aprender a transportar no pano

Ansiosa pelo próximo Workshop... Vai ser em Leiria no Novo Mercadinho de Leiria, Mercado Santana. É gratuito, como todos da Mamã Natureza têm sido.
Convido-vos a experimentar a maravilhosa ligação estabelecida com o bebé ao usar o pano ou outra técnica de babywearing. Podem começar no primeiro dia de vida da criança e usar até que seja confortável para si e para a criança... basicamente enquanto a criança precisar de colo... Serve de transporte, calmante para mãe/pai e bébe, beneficia de dois braços extra se tiver mais filhos e experimente dar de mamar enquanto transporta o bebé, ganha tempo e liberdade.
Assim levo material para todos e terei muito gosto em experimentar com gravidas, pais recentes avós... é aberto a todos.

sábado, 23 de junho de 2012

Trocas de livros CD's e DVD's

"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo" (Peter Druker) e ninguém que goste de ler , se imagina sem livros mesmo quando a cultura não é considerada prioritária. A criatividade está profundamente ligada à curiosidade e ao querer saber mais.
A sustentabilidade passa muito por um mercado, que não se pode chamar de paralelo, talvez "diagonal" que não implica dinheiro.
As nossas reais necessidades podem ser os excessos de outros e os nossos excessos podem ser a carência dos outro. Quando é identificada esta situação todos têm o que procuram e sem uso de dinheiro.


Daí as TROCAS serem o humilde mercado diagonal poderá satisfazer muitas necessidades.
Em toda a Europa e até em Portugal esta modalidade é cada vez mais praticada. Em Leiria, organizado pelo Novo Mercadinho de Leiria vai decorrer no dia 7 de Julho de 2012, a 1ª iniciativa organizada pelo grupo Trocas em Leiria no Jardim de Santo Agostinho. Vai haver diversos Workshops, animação ligada ao Mercadinho e um Pic-nic de trocas para que quiser participar.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como cultivar batatas num espaço pequeno

As batatinhas maravilha estão a crescer no saco... Com a chuvinha de Abril ficaram lindas, lindas. Agora estão assim:

terça-feira, 15 de novembro de 2011

a crise salvou o mundo (Episodio 1)

Era uma vez um planeta fantástico em que todos os seres viviam em harmonia, come se fizessem parte de um bailado. As árvores erguiam-se para os céus lenta e graciosamente, as aguas corriam com delicadeza e transparência nos rios até ao mar, o vento serpenteava por entre os ramos e montanhas as pessoas viviam os dias saboreando a natureza, esperando dela o alimento e cuidando dela para que o alimento não faltasse. Não havia mentira porque não havia razão para mentir, não havia zangas porque não havia razão para zangar... Não havia dinheiro porque não havia nada de melhor para comprar do que aquilo de a natureza oferecia... apenas pedia em troca o carinho.

Um dia alguém quis enganar a natureza e fez com que ela nos desse 2x mais do que habitualmente nos dava com a sua calma e graciosidade, a natureza entendeu e deu, depois quis que desse 3, 4,5,6,7,8,9,10 vezes mais, e aí já não era só uma pessoa eram muitas, e todas queriam o mesmo e zangaram-se e porque nem todos tinham para trocar, fizeram pedaços de metal e chamaram-lhe dinheiro.
 
Zangaram se mais e porque alguns não concordavam como era feito esse dinheiro, outras pessoas fizeram mais dinheiro, diferente para não haver confusões, mas havia sempre confusões e sempre se zangavam e por mais que  arranjassem soluções  para que não houvessem mais zangas, era inútil, terminava sempre em confusão.

De tal forma que todos desconfiavam uns dos outros, nem o facto de as pessoas usarem a sua palavra já não tinha valor.Já ninguém sabia de valores, amizade,honra... As pessoas deixaram de ser livres, já nem percebiam os ciclos da natureza, era só um dia atrás do outro, inventaram várias máquinas, entre as quais os relógios que passaram a mandar mais que a vontade das pessoas. Mas por vezes pensavam que criando mais maquinas com o objectivo de sobrar mais tempo às pessoas, mas não, cada vez as pessoas trabalhavam mais e mais e mais.... queriam sempre mais dinheiro para ter o quê??? Coisas, para ter muitas coisas...
 
Trabalhavam a fazer coisas numa fábrica, para ter dinheiro para ter coisas e tinham coisas para as quais tinham que trabalhar muito, para ter dinheiro para ter mais coisas.... Mas que coisas? Coisas apenas, coisas pequenas e coisas aparentemente grandes. Um dia gastou-se o dinheiro todo para pagar as coisas tinham mas não chegou... Aí foi um problema,surgiram muitas perguntas. O que fazemos com tantas coisas? Fazemos mais dinheiro? O que é a natureza, o que é a honra, o que é a amizade, o que são os valores???


 (continua...)